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Wednesday, 30 June 2010

a beautiful picture a day... 028


se acreditasse na genética
diria que o "tal" responsável por ser doido por animais (ainda que recessivo for) uniu-se... para dessa união brotar, não um, mas dois fanáticos
se acreditasse no ambiente familiar
diria que foram as duas crias completamente programadas para serem amantes dos animais
se acreditasse em predestinação
bem... já perceberam, não é?
mas estas beautiful picutres a day não são só sobre animais
mas pequenos nadas palermas (ou não) sobre tudo
às vezes até os mais altos devem descer, humildar-se (?)
os inteligentes sabem que é preferível assim, necessário até, para a sobrevivência
não que tenha problemas com isso! os meus cento e cinquenta cêntimetros mal medidos permitem-me ser ágil nos movimentos térreos e um escadote (acreditem) faz milagres nas ascensões
a vida é feita assim
a girafa dorme, come, pare e nasce em pé (não necessariamente nesta ordem) mas sabe que se quiser receber esse líquido divino terá de fazer má figura, ficar completamente vulnerável
tenham um bom dia
ps - não... recuso-me a falar sobre "ontem" (ontem? o quê?)

Tuesday, 5 January 2010

mínimas... não tão mínimas assim

não que seja contra o direito dos Outros lutarem pelo que acham correcto, ou por aquilo que consideram ter direito...

não que ache que devam ser cobradas portagens

não que ache que não devam ser cobradas portagens

mas uma das razões que parecem usar para justificar a não cobrança de portagens nessas estradas é

a falta de acessos alternativos

o que me pôs a pensar…

moro do lado de lá de Lisboa… no deserto portanto (o que já me fez pensar que posso ser, sem saber, uma nómada, visto marchar todos os dias em bando, eu e mais uns quantos, em marcha lenta, a caminho dos locais preciosos de comida e água, vulgo Capital)

atravesso a ponte, pago a portagem e nunca me considerei desprivilegiada. a ponte precisa de manutenção, é uma estrutura cara e de difícil arquitectura e gosto de pensar que contribuo para que continue (como acho que é) a ser uma ponte segura para passar.

mas com aquele argumento invocado penso que também eu não tenho alternativa para chegar a Lisboa, ou tenho?

tenho, claro! a outra ponte. moderna, larga – a uma maior distância do destino que pretendo, é verdade – com limite de velocidade maior, quase sempre sem condicionamentos, ah! mas também é paga…

oh, silly me! tenho outra alternativa, claro. o barco. a viagem é agradável, poupo sem dúvida na gasolina e no desgaste do carro – os horários são escassos e infernais, é verdade – mas posso ir descansada a ler e tal, ah! mas também é pago…

oh, cabeça a minha! tenho ainda uma outra alternativa… a ponte de vila franca de xira! o caminho é fantástico, lindo - teria de acordar mais cedo, apanhava o trânsito da entrada em Lisboa, é verdade – mas podia parar para beber café e comer uns deliciosos bolinhos naquele café que conheço, ah! mas também teria de pagar…

devo ser eu que não percebo nada disto.
devo ser eu que tenho a mania de tudo contestar, de tudo falar mal, rezingona, portanto

ou então é a tentativa de extermínio de uma raça nómada, a dos habitantes-da-margem-sul-do-tejo, o que, sem dúvida, poderá dar direito a protecção do alto comissariado para as raças desprotegidas… ou não?

um óptimo dia para todos!

Friday, 30 October 2009

é de mim com toda a certeza...

Parece que o tratado de Lisboa vai avante. as pretensões de um certo país foram ouvidas. hurra! hurra!
e quais eram as pretensões, perguntará o povo, já de si tão arredado do que os bosses “lá longe” vão fazendo?

queria o excelso país ficar fora da carta dos direitos fundamentais da união europeia. e – pasmem-se – nem sequer é inédita esta posição… se virem aqui já Reino Unido e Polónia tinham dito – só para evitar dúvidas – que afinal o que estava presente na Carta não era para ser interpretado bem assim. interpretando eu de um modo até grosseiro parece que, afinal, o que a Carta reconhece só será válido se os próprios países já o tiverem feito.

nada de novo portanto.

uns dizem que sim, senhor, façam como melhor vos aprouver, outros dizem ah, e tal, só se nós já tivermos isso no nosso ordenamento.
a aplicabilidade directa das convenções no seu melhor

como já disse por aqui, tinha esperança que o tratado de… (ao contrário do Sr. PM não tenho nenhum orgulho nisto, mas enfim, o que está, está) Lisboa não seguisse.

tinha esperança que o povo do trevo conseguisse parar este documento.
o mesmo que não foi por cá sujeito a nenhum processo de escrutínio, referendo… – parece que tinha sido prometido, mas que sei eu! –devem ter pensado que tínhamos mais o que fazer e que quando o povo os elegeu lhes terá automaticamente passado uma carta-branca para fazerem tudo… referendo? para quê? aprovamos assim mesmo, qual pai simpático que inscreve o filho bebé no benfica porque ele sabe melhor. (lembram-se deste texto?)

It would be like the authority of a parent, if, like that authority, its
object
was to prepare men for manhood; but it seeks on the contrary to keep
them in
perpetual childhood: it is well content that the people should
rejoice, provided
they think of nothing but rejoicing

afinal o que me tinham dito era verdade.
muda-se a Irlanda.
e tantas vezes foi o cântaro à fonte que a Irlanda partiu-se, digo, aprovou o referendo. e que faltava agora? um outro estado tem dúvidas quanto à referida carta. oh, meu amigo checo, é que é já a seguir. e ainda temos uma garantia de que está tudo conforme a ordem até porque são países onde nada se passa e vivem todos muito felizes "for ever after" e todos muito contentes porque nos garantem que vão respeitar os direitos fundamentais. (e nós, os outros, não?)

já vi que não percebo muito disto e nem me apetece alongar e incomodar os meus dois queridos leitores.

mas - ajudem-me - será que percebi bem? não, de certeza.
temos uma carta de direitos fundamentais à qual se promete aderir como condição sine qua non da adesão ao próprio tratado.

temos uns países que dizem, sim, claro, aderimos a tudo mas "estas letrinhas que aqui se escrevem não reconhecem quaisquer direitos". até me apetecia fazer uma analogia qualquer com as calças de um homem mas não vou por aí.

não sei se dei a perceber mas não vou muito à bola com este “coisa” a que chamam UE. mas – pacta sunt servanda – estamos “lá” cumpramos e/ou lutemos pelos nossos interesses. e não digo nossos=portugueses (mas também) mas nossos desta cidadania europeia que nos vendem – impingem? – como um factor e consequência de um mundo global, aqui como sinónimo de mais justiça para todos, mais igualdade.

recuo até ao discurso de Churchill e medito nesta parte

Trata-se de reconstituir a família europeia ou, pelo menos, a parte que
nos for
possível reconstituir e assegurar-lhe uma estrutura que lhe permita
viver em
paz, segurança e liberdade


ainda que a parte de estados unidos da europa me azucrinasse a cabeça… sou inocente e pouco sabida nestas coisas mas somos todos iguais… mas uns mais iguais que outros.

quanto ao resto tenham um óptimo fim-de-semana. no meu covil tentaremos fazer artesanato por aqui.

Friday, 9 October 2009

Yes, he can (?)




Não é uma crítica... ou talvez seja...


mas dar ao Presidente

Obama o Prémio Nobel da Paz parece-me... estranho

Friday, 4 September 2009

Podem fazer mais umas estações de metro, se faz favor? e de preferência com escadas rolantes que rolem a sério, não daquelas que estão paradas dia sim

As novas estações de metro não me ajudam em nada. Mesmo, mesmo nada. Especada na estação do Cais do Sodré faço contas e planeio e verifico que a grande maioria dos serviços a que tenho que me deslocar ficam exactamente em zonas ainda não abrangidas pelo Metro. Mais: continuo a ter que fazer todos os transbordos que fazia, palmilhar aqueles corredores imensos, descer, subir, descer, andar, andar, andar.
Não é coisa fácil com os Tacões Altos com me apanham.
Sou duas pessoas diferentes consoante trago os referidos Tacões altos (doravante, T.A.) e as minhas fantástiscas alpercatas bem giras; daquelas descartáveis, com destino “lixo” no fim da estação mas que enquanto duram me dão aquele jeitaço!
Com as últimas desafio quem quiser a palmilhar as ruas de Lisboa, as escadas do Metro e o mais que houver. Desvio-me, contorno e desenvencilho-me com artes de todo-o-terreno.
Com os T.A. adopto um andar que pode ser qualificado como “vai andando e quando lá chegares telefona”. Muno-me de paciência, principalmente para as passadeiras. Sim, porque a maioria delas não me permite atravessar as duas faixas durante o mesmo sinal verde; ou seja, tenho que estar vigilante e de “primeira mudança mental” metida para arrancar logo que o meu verde dispare e, ainda assim, arrisco-me a fazer a última parte do trajecto já com o vermelho para peões. Ando devagar devagarinho, encosto-me à direita e deixo-me ultrapassar por todos. Todos? Nem todos. Sou normalmente acompanhada na minha velocidade cruzeiro por pré-mamãs, vulgo “afastem-se que estou quase a explodir com esta coisa aqui dentro que nunca mais sai cá para fora, a.k.a. grávidas em fim de tempo”, acompanhantes de crianças pequenas da espécie “empata caminhantes que nem andam depressa nem são sossegados e são já muito pesados para fazer dos adultos seus burros de cargaium” (o ium final é para dar ar de nome latim) e cidadãos (no meu tempo eram carinhosamente chamados de idosos mas agora parece que há uma candidata a autarca que afirma que não se tratam assim as pessoas que já tem cabelos brancos e uma vida longa, diz ela no cartaz que com ela os idosos passam a chamar-se cidadãos… whatever!). Por vezes consigo ultrapassar, principalmente nas subidas escadatórias, uns espécimes da raça Trólais, esses seres recentemente descobertos que não raras vezes se fazem acompanhar de viajantes incautos – que não se lembram ou foram hipnotizados para não se incomodarem por aquele barulho infernal e que se esqueceram ou foram formatados para não saberem que Lisboa tem muitas (muitas, senhores!) escadas, escadinhas, buracos e, pasmem-se, calçada – brumlp, click, clonk, cktch… banda sonora melodiosa que os acompanha e aspirantes a advogados para transportarem os volumosos códigos.
Muno-me de paciência, dizia eu.
Por vezes também sou acompanhada por góticos. estes espécimes andam devagar porque têm a convicção que o mundo vai acabar a qualquer altura, logo, não precisam de correr e caminham como se fosse sempre o funeral de alguém. No meu tempo chamávamo-nos vans (petit nom de vanguardistas mas esta palavra era brega, só o diminutivo era porreiro), respondíamos por alcunhas como Piriri, Mamã Dalton, Loirinha, Bandana e assim, ouvíamos The Cure e abominávamos t-shirts brancas com calças de ganga; calçávamos Doctor Martinez, umas botas lindas de morrer, pretas que eram apenas vendidas, a um preço alucinante (trabalhei dois meses para poder comprar umas) apenas numa loja, algures para os lados da Andrade corvo, se não me engano, ao lado de uma loja de tatuagens. Havia as “Docs”, umas botas falseadas que custavam para aí um décimo do preço mas que tinham uma característica fascinante: ao fim de um, dois meses de uso ficavam sem sola. Tenho para mim que foi daí, e não da sua ideologia, que adveio o andar característico dos vans, melhor, góticos; o andar pausado e pisar forte nada mais é que o cuidado para não ficar sem sola – acontecimento que poderei dizer não seria sem precedentes.
Muno-me de paciência, dizia eu.
E tudo porque trouxe T.A.
Mas a menina até praticou ballet, diz-me alguém quando me queixo de dores nos pés.
Pois sim. Mas nem a Pina Bausch ou o Petit Pas se lembrou de coreografar para Calçada Portuguesa, pois não? Então estamos arrumados.
Doem-me os pés.
Mas é Sexta-Feira. Amanhã é dia de Veterinário e depois um último (?) salto à praia, God willing.
Bom fim-de-semana a todos.

Wednesday, 17 June 2009

Wednesday, 27 May 2009

Snif versão final

Em conclusão do que começou aqui e desenvolvi aqui...

Vieram hoje entregar-me o meu velho carrinho. Já arranjado e "como novo"...

Se dúvidas houvesse sobre a honra das pessoas e da força da palavra... este é um exemplo de que ainda se cumpre o que se promete.

E sem mais nada.

Um bom dia a todos!

Wednesday, 20 May 2009

É sempre a mesma coisa

... acabei de reparar...

...ainda que não tenha visto... soube que fiz a mesma cara, hoje, trinta e muitos anos depois, que fazia nesse outro tempo, mais nova, quando me davam conselhos com os quais não concordava.

... e ainda...

... a mesma que fazem as minhas Crias quando lhes tento dar "lições de vida".

Cada vez mais me convenço que o caminho, para além de ser feito caminhando, quando não é aos empurrões, é feito por cada um de nós, sempre - ou quase sempre - do zero.

O que nos diferencia?

A claque.

Sei que os meus filhos têm uma claque imensa (eu. - e sei que mais alguns, mas o blog é meu!) que torce e serve de décimo segundo jogador, aplaudindo cada vitória e confortando cada derrota ou desaire.

(coisa que nem sempre tive...)

O caminho.

Houve buracos que planei, curvas que amansei, montanhas que derrubei para minorar o esforço.

As decisões?
São solitárias. As minhas, as de quem cá está há mais tempo, as de quem virá depois. Não há co-piloto, não há mapas.


__________________________________


Agora que escrevi um post cheio de sabedoria digna de um qualquer "postal inspiracional de pôr-do-sol", vou ali à cave.
O forno precisa de mais carvão.

Um (resto) de bom dia!

Tuesday, 19 May 2009

Tu não sabes no que te metestes (eu sei que não é assim que se diz...)

Conheço muitos professores.

Eu, pessoalmente, seria incapaz de ser professora.

Conheço muitos, como disse, e bons.
E não faço juízos de valor sobre a senhora em questão.

A profissão é exercida por humanos, que se "passam" como qualquer outro humano (faz parte da natureza, certo?)

E, puxando a minha própria experiência como aluna, sei que:
- os alunos podem ser muito maus, cruéis, "chatos", impertinentes, indisciplinados, exasperantes;
- os professores têm, na grande maioria dos casos, um trabalho enorme em cativar os alunos;
- alunos existem que fazem perder a paciência a um santo;
- professores existem que nem o título merecem, quanto mais exercê-la.

Arrisco-me até a dizer que à semelhança do “meu tempo”, a grande maioria dos profissionais são zelosos e boas pessoas, e acrescento: hoje temos, enquanto comunidade, uma muito maior vontade de falar mal, que professores “maus” ou incompetentes sempre houve, que, graças às tecnologias, tudo pode ser (e é) exacerbado, extrapolando do caso particular para notícia de abertura de jornal.

Por fim, poderiam os senhores representantes da profissão, não descurando, nem menosprezando eu a luta (que a ser) justa de melhores condições, tentar uma campanha de credibilização da profissão. Um pouco como limpar a imagem. Recuperar, por meios que confesso não me ocorrem, a grande e hercúlea e meritória tarefa que é formar os nossos adultos de amanhã.

É pomposa demais a frase? Concordo.

Mas é, para mim, a definição de professor.

Um óptimo dia para todos.

Friday, 15 May 2009

Bom fim-de-semana


I want this back, please...
Right now!
Um bom fim-de-semana para todos!

Monday, 11 May 2009

O insustentável peso da segunda-feira

Tive um professor que me dizia que a inspiração não existia, que desgraçado daquele que trabalhasse apenas quando se sentisse inspirado. O professor em questão dizia-nos isto (e muito mais) em aulas de “partir pedra”. Uma cambada de alunos que achavam que iam mudar o mundo, que seriam os novos Balanchine’s, Nureyev’s, Folkine’s, Bejart’s ou, melhor ainda para a maior parte de nós, Pina Bauch’s ou a verde em particular, Trisha Brown’s. Primeiro ano, claro está, do curso de dança.

Em trabalhos não artísticos poderá ser (e assim julgava eu) mais fácil fazê-lo. Porque não puxa à inspiração, esta não teria qualquer influência no dia de trabalho. Engano meu, claro! e dos redondos… trabalhar sem inspiração (como estou hoje, aliás) é penoso. É “pedir a uma mão para a outra se mexer”, é fazer tudo aos empurrões.

É debitar para aqui palermices sem sentido.

No entanto, se aprendi alguma coisa com o professor, tanto a nível artístico – que já lá vai – como para a vida no seu todo, este trabalho “técnico” e burocrático em particular, é que o trabalho acaba por ser feito eficientemente, se nos esforçarmos a isso, se nos disciplinarmos. A Terpsicore lá e Santo Ivo agora acabarão por nos ajudar. Assim tenhamos perseverança para tal.

E o tempo – recorramos a desculpas enquanto musa e santo não nos socorrem – não ajuda nada, pois não? Bem como a batida no carro que lá está à espera de arranjo e a antevisão de “não tão boas notas” a TGObrigações que a Penal lá nos safámos.

Uma óptima semana para todos.


Esta deste lado inclui estudo de Declarativo, Estudo do Meio, Ciências da Natureza…
Haja paciência e santos ou musas que nos entusiasmem.

Friday, 8 May 2009

Adenda ao snif de ontem

I can see clearly now, the rain is gone,
I can see all obstacles in my way
Gone are the dark clouds that had me blind
It’s gonna be a bright (bright), bright (bright)
Sun-Shiny day.

I think I can make it now, the pain is gone
All of the bad feelings have disappeared
Here is the rainbow I’ve been prayin for
It’s gonna be a bright (bright), bright (bright)
Sun-Shiny day.

Look all around, there’s nothin but blue skies
Look straight ahead, nothin but blue skies

I can see clearly now, the rain is gone,
I can see all obstacles in my way
Gone are the dark clouds that had me blind
It’s gonna be a bright (bright), bright (bright)
Sun-Shiny day.

Como disse antes esta música é quase inspiracional para mim.

Na verdade não vejo todos os obstáculos à minha frente (ou não teria acontecido isto ontem).
Na verdade não vejo só céus azuis na minha vida.
Mas andamos de nuvem negra em nuvem negra com um sorriso na cara.
E isso é, por agora, o que importa.

Então esta V. verde apresentou-se pela direita e levou em cheio com um carrito que não ligou a essa simples regra de trânsito.
Para quem já passou por isso sabe que há, primeiro que tudo, o susto tremendo, o coração que salta para os ouvidos, as mãos que tremem, a adrenalina que dispara pelos poros.

Como disse decidi acreditar no condutor e, até agora, está a cumprir as obrigações assumidas.
O carro, felizmente, vai andando sem problemas de maior.

De nuvem negra em nuvem negra até o céu azul se apresentar lá ao fundo. Porque está lá, certo?
Recorrendo ao melhor espírito tuga, o melhor é pensar que podia ter sido muito pior e seguir em frente.

Um óptimo fim-de-semana.

ps - as minhas aventuras verdejantes lá de casa estão fantásticas!

Thursday, 7 May 2009

A beautiful picture a day... 026 (snif)



Bateram-me no carro!

Acreditaremos nas pessoas e na sua boa vontade?

Acreditaremos nas promessas feitas?

Acreditaremos na expressão sincera?

Esta verde decidiu que sim.

Depois digo como correu...

(e quem tem cabeça para estudar Penal agora, não me dizem?)

Tuesday, 5 May 2009

Que Crise chega a todo o lado?

Naturally
... e pelas maneiras piores.

- Temos dois javalis mortos num zoo, sem qualquer justificação que não seja o medo de poderem transmitir a gripe suína (que até já nem é assim chamada)

- Temos porcos a serem mortos indiscriminadamente no Egipto pela mesmíssima razão

- Temos um grupo de pessoas presos num hotel, alimentados a arroz (!), por perigo de contágio

(…)

- Temos as sanções por crimes ambientais a diminuírem drasticamente e muitos perdões aos infractores

(…)

Juro que tinha um conto divertido para contar por aqui… mas de repente fiquei sem vontade.

Friday, 24 April 2009

Hoje sinto-me um bocadinho "A la Diana"...

(é o que dá lidar só com gente civilizada...)

... ainda não me tinha apercebido que a minha indumentária é um bocadinho transparente...

obrigada, Senhordasobras, por mo ter lembrado de forma tão - hum - veemente!

acho que tenho mesmo que passar a ver-me ao espelho mais do que três vezes por mês!

Agora sim

Bom fim-de-semana!

Tuesday, 21 April 2009

Sou copiona

Vejo as mudanças de ares na Once... e como está fresco e cheiroso o seu cantinho, como apela ao chá no terraço, como fica bem um livro lido com óculos escuros...

Tento, procuro e... destruo tudo.

É bem feita repete-me incessantemente o "blogger", muito bem feita, ó copiona!

Choro e repete-me que o melhor é voltares ao anterior.

E olha lá - em segredo - salvas-te (o blogger não sabe escrever muito bem, coitado! - o template que tinhas antes de te pores p'rái a alterares?

eu fiz o quê?!

actualizo a minha lista de blogues, vejo que perdi a "nuvem" de tags que me deu tanto trabalho, volto a ter um farol ou lá o que é no topo da casa.

Vejo que aminha lista de blogues é "eclética" - que por aqui é eufemismo de tudoaomolhoeféemdeus - e decido-me a parar.

Os dentes vermelhos e vorazes ameaçam aparecer mas repudio-os com veemência. Não me reduzo mas fico-me só por isto.

Olha lá ó blogger, toma lá disto para não estares a rir!

(Obrigada Drengo)

Tuesday, 17 February 2009

Não gosto mesmo nada

de dogmas
de verdades absolutas
de dizer que sim porque sim
se os outros dizem

(lá em casa debate-se teses do aparecimento da vida. crias críticas. - ai é isso que é dogma, mãe? não gosto mesmo NADA - pesquisa a mãe pelas Crias que herdaram - e ainda bem, babaalert! - aquela vontade de ir contra a corrente, de ver e pensar e raciocinar e errar por si)

A evolução é tida como a Única tese fiável e indiscutível. É a Única cientificamente provada.
que frases tão dogmáticas, digo eu.
(voltem lá acima... já foram? explico o que é dogma)

quando não tiverem nada, mesmo nada para fazer... pesquisem por aqui... then maybe you could help me!!!



inteligent design
evolution news and views
Are we designs or occurrences
the skeptic dictionary
Institute for Creation Research
Isaac Asimov
National Center fos science education
ceticismo.net

Monday, 16 February 2009

Hoje...

Aprendemos que a Constituição é A Lei Fundamental
... que foi criada para defender o povo, porque dele emanado, como a expressão do poder do povo, para o povo e pelo povo
... que a Democracia, não sendo perfeito enquanto sistema justo, é o menor dos males com a esperança da mudança para melhor, do sufrágio como modo de escolher o melhor dos melhores ou o menos mal
... que a humanidade vai evoluindo
... que os computadores são isentos

E depois...

alguém decide mudar tudo
rir-se na cara de quem morreu pela liberdade
rir-se da humanidade
rir-se da democracia

e, assim como quem muda a disposição do seu quartinho,


Altera a Constituição e fica lá o tempo que quiser

de repente

a monarquia pisca-me os olhos...


Uma boa semana

Thursday, 12 February 2009

Finlândia


(seguindo a linha editorial de uma miss checa que por aqui coloquei há tempos, coloco a miss finlandesa...)

Portugal ganhou ontem à graaaaande equipa que está no excelente 37.º lugar do "ranking".

No fim do jogo alguém refere ao senhor-de-olhos-verdes, quando ele diz que podíamos ter marcado mais golos, que seria um problema para ele (senhor-de-olhos-verdes) resolver.

O vaqueiro (amei a expressão, S!) prontamente responde

"Eu não... eles"

Claro... e até que é compreensível. O senhor-de-olhos-verdes nem é seleccionador nem nada.

Não havia um outro que queria comprar um tractor?! Podia juntar-se a este e irem os dois tratar de vacas e isso.

Além disso, ontem foi a primeira vez que vi a selecção:
- a ser assobiada após 9 (nove) minutos de jogo, em casa, pelo seu público;
- a ser beneficiada com o perdão (já dou o desconto) de um penalti do grande Bruno Alves (igual a si próprio o que poderá ser encarado - hum - coerência);
- a ver marcada uma grande penalidade que não existiu

Ainda em relação às assobiadelas - lembrei-me do que li algures escrito por um senhor sábio da escrita futebolística. Dizia qualquer coisa como a força desta selecção não advir de provencialismos tipo bandeiras nas janelas nem demonstrações vãs de fé... e, se calhar, tem razão. Mas não sei de onde virá. Talvez dos seus brilhantes olhos verdes e da sua atitude complacente e passiva enquanto vê os "eles" a jogar, perdão, a empurrar a bola de um lado para o outro.


mas que queremos nós?
olhos verdes são traição / são cruéis como punhais
já dizia o outro

Já despejei o fel de uma semana inteira

Um bom dia de sol para quem o possa disfrutar.