o Macho Mor lá de casa faz anos hoje.
que dizer dele?
fico com as palavras turvas e os sentimentos engasgados. quer pelo amiguismo quer pelo amor falar imparcialmente dele é difícil, muito difícil.
amigo do seu amigo
calmo
apaixonado
pai fantástico
(...)
não chegam, F, para te descrever.
mas fica com a minha humilde homenagem ao rapaz que conheci, ao adulto com quem casei, ao homem que amo...
Parabéns, my love
...mas näo me envergonho; porque eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que é poderoso para guardar o que lhe confiei até àquele dia.
Showing posts with label parabéns. Show all posts
Showing posts with label parabéns. Show all posts
Wednesday, 11 November 2009
Tuesday, 11 November 2008
Dia de São Martinho
Tinhas 17 anos quando te conheci. Eras jovem, bonito e muito engraçado.
Cortejaste-me com graça e conquistaste-me com o teu amor descuidado, sincero e insistente.
A minha vida contigo tem mais anos do que os que passei sem ti e não só em termos de longevidade.
De ti ressalto a minha inveja por seres daqueles (poucos) sortudos que gosta do que faz e és o que sempre quiseste ser.
De ti ressalto também a masculinidade calma, sem provas requeridas. Soubeste e demonstraste sempre saber o que eras.
Crescemos juntos e em tantas, meu Deus, tantas ocasiões foste a única coisa que me separou da loucura. Ajudaste-me e deixaste-me ajudar-te.
Tens sido meu amigo e deixas-me ser tua amiga também.
Sabes que te amo?
Hoje fazes anos. Com o teu ar despreocupado lá seguiste para mais um dia normal mas ouço-te a voz contente quando as nossas Crias te cantam ao telefone.
Parabéns, Pai!
Parabéns, Amigo.
Parabéns, meu Amor.
Cortejaste-me com graça e conquistaste-me com o teu amor descuidado, sincero e insistente.
A minha vida contigo tem mais anos do que os que passei sem ti e não só em termos de longevidade.
De ti ressalto a minha inveja por seres daqueles (poucos) sortudos que gosta do que faz e és o que sempre quiseste ser.
De ti ressalto também a masculinidade calma, sem provas requeridas. Soubeste e demonstraste sempre saber o que eras.
Crescemos juntos e em tantas, meu Deus, tantas ocasiões foste a única coisa que me separou da loucura. Ajudaste-me e deixaste-me ajudar-te.
Tens sido meu amigo e deixas-me ser tua amiga também.
Sabes que te amo?
Hoje fazes anos. Com o teu ar despreocupado lá seguiste para mais um dia normal mas ouço-te a voz contente quando as nossas Crias te cantam ao telefone.
Parabéns, Pai!
Parabéns, Amigo.
Parabéns, meu Amor.
Monday, 3 November 2008
Monday, 20 October 2008
Trinta e cinco anos
Quando eu estou aqui
Eu vivo esse momento lindo
Olhando pra você
E as mesmas emoções sentindo
São tantas já vividas
São momentos que eu não esqueci
Detalhes de uma vida
Histórias que eu contei aqui
Amigos eu ganhei
Saudades eu senti, partindo
Sei tudo que o amor
É capaz de me dar
Eu sei já sofri
Mas não deixo de amar
Se chorei
Ou se sorri
O importante
É que emoções eu vivo
Mas eu estou aqui
Vivendo esse momento lindo
Em paz com a vida
E o que ela me traz
Na fé que me faz
Se chorei
Ou se sorri
O importante
É que emoções eu vivi
________________________________________________
Adulterei a letra porque sim, mas acima de tudo é que não sinto estas palavras musicadas como derrota mas como um assumir de força.
Piroso? Certamente.
Mas com receio de me "lamechar" demais ou por alugmas pessoas a chorar recorro a este facilitismo... perdoem a criança, pode ser??
Um grande dia para todos
Uma óptima semana
E parabéns para mim!!
Eu vivo esse momento lindo
Olhando pra você
E as mesmas emoções sentindo
São tantas já vividas
São momentos que eu não esqueci
Detalhes de uma vida
Histórias que eu contei aqui
Amigos eu ganhei
Saudades eu senti, partindo
Sei tudo que o amor
É capaz de me dar
Eu sei já sofri
Mas não deixo de amar
Se chorei
Ou se sorri
O importante
É que emoções eu vivo
Mas eu estou aqui
Vivendo esse momento lindo
Em paz com a vida
E o que ela me traz
Na fé que me faz
Se chorei
Ou se sorri
O importante
É que emoções eu vivi
________________________________________________
Adulterei a letra porque sim, mas acima de tudo é que não sinto estas palavras musicadas como derrota mas como um assumir de força.
Piroso? Certamente.
Mas com receio de me "lamechar" demais ou por alugmas pessoas a chorar recorro a este facilitismo... perdoem a criança, pode ser??
Um grande dia para todos
Uma óptima semana
E parabéns para mim!!
Friday, 10 October 2008
Imperdoável... mas parabéns
...à procura de um qualquer texto que tinha escrito anteriormente para colocar nEste lado, deparo-me com o Postal!
Como fui capaz de não o postar?
Como? Como? Como?
Entretida nisto e naquilo ficou ali nos drafts quando devia ter sido logo, logo colocado aqui.
Com um mês e 4 dias de atraso aqui fica.
Desculpa, Amiga... :(
_____________________________________________________
se soubessem de quem falo, com que intensidade a aprecio como amiga, a luz que me traz em cada vez que partilho o universo, a vontade que tenho de a acarinhar, o imediato que foi reconhecer-lhe coragem, seria fácil reconhecê-la.
a sabedoria que lhe reconheço, a inteligência que lhe sei, a liberdade que lhe invejo, o voluntarismo que me impressiona, a imaginação que demonstra, só me faz gostar cada vez mais dela.
o sorriso tão frequente, o interesse tão genuíno, a luz tão radiante, a valentia tão sua, a identidade tão única, e isto tudo me dedica ela.
Sê feliz
Independentemente dos acontecimentos
Leve e ligeira
Valente como só tu
Importa afirmar aqui que quero continuar a ser tua
Amiga
Parabéns atrasadíssimos.
Parabéns muito, muito sinceros!!!
Viva a fornada de '73 :)
Como fui capaz de não o postar?
Como? Como? Como?
Entretida nisto e naquilo ficou ali nos drafts quando devia ter sido logo, logo colocado aqui.
Com um mês e 4 dias de atraso aqui fica.
Desculpa, Amiga... :(
_____________________________________________________
se soubessem de quem falo, com que intensidade a aprecio como amiga, a luz que me traz em cada vez que partilho o universo, a vontade que tenho de a acarinhar, o imediato que foi reconhecer-lhe coragem, seria fácil reconhecê-la.
a sabedoria que lhe reconheço, a inteligência que lhe sei, a liberdade que lhe invejo, o voluntarismo que me impressiona, a imaginação que demonstra, só me faz gostar cada vez mais dela.
o sorriso tão frequente, o interesse tão genuíno, a luz tão radiante, a valentia tão sua, a identidade tão única, e isto tudo me dedica ela.
Sê feliz
Independentemente dos acontecimentos
Leve e ligeira
Valente como só tu
Importa afirmar aqui que quero continuar a ser tua
Amiga
Parabéns atrasadíssimos.
Parabéns muito, muito sinceros!!!
Viva a fornada de '73 :)
Monday, 18 August 2008
16 de Agosto de 1989
Desde meados de Junho que não vivia. Sobrevivia ou andava de dia em dia, de hora em hora. (Não) gerindo a dor como podia, fechada pela dor e, principalmente, para não mostrar a dor. A raiva que sentia levava-me (loucamente) a considerar que a dor era SÓ minha, não a partilhando com mais ninguém. Resisti como pude e debalde a não assumir o papel de mãe da mãe, papel que não merecia, não queira, não podia…
Tinha 15 anos e obriguei-me a viver e viver.
Tinha 15 anos e o Verão aproximou-se normal, provavelmente lindo.
Trabalho de Verão como sempre, mas este ano mais a sério, porque era a adulta da casa. Olhando para trás parece quase parece ofensivo aquilo que fiz, mas compreensível… sei lá. Digo isto porque forcei-me a uma vida que sabia que ele quereria para mim., companheiros que éramos, confidentes que sempre fomos. Namoradeira como ele gostava, mas vivendo em falsidade, porque nunca me dei nem superficialmente aos “namorados” que fui tendo. Utilizei-os como uma droga, magoando inevitavelmente algumas alminhas pelo caminho.
Este preâmbulo para dizer que a 12 de Agosto de 1989 conheci um rapaz simpático, charmoso e brincalhão. Apresentou-se como Luís. Trocámos umas palavritas de ocasião mas vi-lhe nos olhos que ficou encantado por mim. Achei-lhe piada. Namorava com um amigo dele, razão porque não lhe dei grande bola.
O outro, o amigo, era parvo. Digo-o com toda a sinceridade que o anonimato me permite. Ele não sabe quem eu sou, eu não sei dele agora. Acredito até que seja um homem decente, trabalhador, respeitável… mas na altura era parvo! “armado em bom” era a expressão que usávamos e já estava um pouco farta duns ciúmes que me tentava provocar e da raiva que sentia quando não lhe correspondia.
Eu explico:
Banheiro, giro, musculado. Miúdas à volta e olhares significativos na minha direcção.
- Se quiseres é só acabarmos, respondia-lhe eu. Não te devo nada e tu não me deves nada. Namoras porque queres.
- Mas eu gosto de ti, dizia atrapalhado. Não tens ciúmes?
- Tenho ciúmes de quem gosto. Eu curto contigo, não gosto de ti. Queres acabar?
Um dos dias em que o Luís apareceu convidou-me para ir ao banho. Enquanto atravessávamos o areal, eu, a D., minha grande amiga da altura, o Luís e o Bola vi alguma coisa esquisita no comportamento dele. Sabia (porque sabemos sempre!) que ele gostava de mim e que estava interessado em mim. Sentia nos seus beijos de “olá” pouca inocência nas intenções mas ali estávamos quatro pessoas… reforço pessoas a divertirem-se na água. Talvez não consiga explicar bem este sentimento mas o F. (já sabem que é ele, não?) era – e é – assim. Eu era uma pessoa para ele, sem machismo, sem “coisas do Y”.
Queria namorar com ele. Mas namorava com o Banheiro. Dei a entender a um amigo comum que queria acabar com ele para que ele se antecipasse. É verdade, meus caros. Deixei que o Banheiro terminasse comigo, pela honra do “Y”.
A 16 de Agosto de 1998 cumprimentei o F. (agora já sabia o nome verdadeiro) com um beijo pouco inocente e disse-lhe, sem mais, que queria namorar. Namoro de Verão, combinámos nós. Com o regresso das aulas, do trabalho e alguma distância geográfica não restaria grande tempo nem pachorra para continuar.
Termos acordados, Verão louco. Frase favorita
“Será eterno enquanto durar” – retirada de uma música brasileira qualquer que ouvimos algures.
Quando Setembro chegou falámos em “deixar andar as coisas” até o Verão acabar na nossa pele.
Os dias tornaram-se meses
Os meses tornaram-se anos
E um dia decidimos que bastava de namoro
(…)
e casámos (mas deixo essa história para 25 de Setembro)
O F. cantava uma música que expressava brilhantemente aquilo que fomos sentindo crescer.
When I fall in love,
It will be forever
Or I'll never fall in love
In a restless world like this is,
Love is ended before it's begun
And too many moonlight kisses
Seem to cool in the warmth of the sun
When I give my heart,
It will be completely
Or I'll never give my heart
And the moment I can feel that
You feel that way, too,
Is when I fall in love with you.
Tinha 15 anos e obriguei-me a viver e viver.
Tinha 15 anos e o Verão aproximou-se normal, provavelmente lindo.
Trabalho de Verão como sempre, mas este ano mais a sério, porque era a adulta da casa. Olhando para trás parece quase parece ofensivo aquilo que fiz, mas compreensível… sei lá. Digo isto porque forcei-me a uma vida que sabia que ele quereria para mim., companheiros que éramos, confidentes que sempre fomos. Namoradeira como ele gostava, mas vivendo em falsidade, porque nunca me dei nem superficialmente aos “namorados” que fui tendo. Utilizei-os como uma droga, magoando inevitavelmente algumas alminhas pelo caminho.
Este preâmbulo para dizer que a 12 de Agosto de 1989 conheci um rapaz simpático, charmoso e brincalhão. Apresentou-se como Luís. Trocámos umas palavritas de ocasião mas vi-lhe nos olhos que ficou encantado por mim. Achei-lhe piada. Namorava com um amigo dele, razão porque não lhe dei grande bola.
O outro, o amigo, era parvo. Digo-o com toda a sinceridade que o anonimato me permite. Ele não sabe quem eu sou, eu não sei dele agora. Acredito até que seja um homem decente, trabalhador, respeitável… mas na altura era parvo! “armado em bom” era a expressão que usávamos e já estava um pouco farta duns ciúmes que me tentava provocar e da raiva que sentia quando não lhe correspondia.
Eu explico:
Banheiro, giro, musculado. Miúdas à volta e olhares significativos na minha direcção.
- Se quiseres é só acabarmos, respondia-lhe eu. Não te devo nada e tu não me deves nada. Namoras porque queres.
- Mas eu gosto de ti, dizia atrapalhado. Não tens ciúmes?
- Tenho ciúmes de quem gosto. Eu curto contigo, não gosto de ti. Queres acabar?
Um dos dias em que o Luís apareceu convidou-me para ir ao banho. Enquanto atravessávamos o areal, eu, a D., minha grande amiga da altura, o Luís e o Bola vi alguma coisa esquisita no comportamento dele. Sabia (porque sabemos sempre!) que ele gostava de mim e que estava interessado em mim. Sentia nos seus beijos de “olá” pouca inocência nas intenções mas ali estávamos quatro pessoas… reforço pessoas a divertirem-se na água. Talvez não consiga explicar bem este sentimento mas o F. (já sabem que é ele, não?) era – e é – assim. Eu era uma pessoa para ele, sem machismo, sem “coisas do Y”.
Queria namorar com ele. Mas namorava com o Banheiro. Dei a entender a um amigo comum que queria acabar com ele para que ele se antecipasse. É verdade, meus caros. Deixei que o Banheiro terminasse comigo, pela honra do “Y”.
A 16 de Agosto de 1998 cumprimentei o F. (agora já sabia o nome verdadeiro) com um beijo pouco inocente e disse-lhe, sem mais, que queria namorar. Namoro de Verão, combinámos nós. Com o regresso das aulas, do trabalho e alguma distância geográfica não restaria grande tempo nem pachorra para continuar.
Termos acordados, Verão louco. Frase favorita
“Será eterno enquanto durar” – retirada de uma música brasileira qualquer que ouvimos algures.
Quando Setembro chegou falámos em “deixar andar as coisas” até o Verão acabar na nossa pele.
Os dias tornaram-se meses
Os meses tornaram-se anos
E um dia decidimos que bastava de namoro
(…)
e casámos (mas deixo essa história para 25 de Setembro)
O F. cantava uma música que expressava brilhantemente aquilo que fomos sentindo crescer.
When I fall in love,
It will be forever
Or I'll never fall in love
In a restless world like this is,
Love is ended before it's begun
And too many moonlight kisses
Seem to cool in the warmth of the sun
When I give my heart,
It will be completely
Or I'll never give my heart
And the moment I can feel that
You feel that way, too,
Is when I fall in love with you.
Tuesday, 5 August 2008
5 de Agosto de 2008
Minha querida, querida menina:
Não irás, com toda a certeza, ler esta dedicatória.
Apesar disso, aqui te deixo, publica e descaradamente, um postal dedicado só a ti.
Impressiono-me com a tua maturidade.
Impressiono-me com a tua capacidade de resistência.
Ambas fruto, claro, da brilhante educação e da fortaleza de carácter que presencias desde o primeiro dia, mas também, e acima de tudo, fruto desse teu carácter que tens. Incorporas a sensibilidade feminina, tenacidade juvenil e inocência infantil como poucas que conheço.
Aceitas de bom grado tanto um abraço terno como a responsabilidade.
Eis-te aqui, forte, crescida.
Desta velha bailarina acabada recebe os meus desejos de um fantástico dia de anos, que a vida te preserve, que o céu te seja leve.
Muitos parabéns!
Não irás, com toda a certeza, ler esta dedicatória.
Apesar disso, aqui te deixo, publica e descaradamente, um postal dedicado só a ti.
Impressiono-me com a tua maturidade.
Impressiono-me com a tua capacidade de resistência.
Ambas fruto, claro, da brilhante educação e da fortaleza de carácter que presencias desde o primeiro dia, mas também, e acima de tudo, fruto desse teu carácter que tens. Incorporas a sensibilidade feminina, tenacidade juvenil e inocência infantil como poucas que conheço.
Aceitas de bom grado tanto um abraço terno como a responsabilidade.
Eis-te aqui, forte, crescida.
Desta velha bailarina acabada recebe os meus desejos de um fantástico dia de anos, que a vida te preserve, que o céu te seja leve.
Muitos parabéns!
Subscribe to:
Posts (Atom)
