Somos apanhados de surpresa.
pensamos que conhecemos alguém, pensamos que sim. Já não somos miúdos, dizemos. Já não nos enganamos. Mas sim
(ajeitamento que devia ter sido posto lá em cima antes deste despejar de baboseiras começar: não, não é recado para ninguém. Não, não estou a pensar em ninguém mesmo nem me aconteceu nada. Vi acontecer, confesso. Não agora, não comigo)
pensamos que cuidamos que fazemos bem e de repente vemo-nos sozinhos.
às vezes os ciúmes fazem bem. vão por mim que não os tenho.
às vezes reclamar companhia, exigir amizade, pedinchar atenção faz bem. se não, sabem o que pode acontecer? ou nos tomam por frias, elitistas, ou por tão fortes que nunca precisamos de ninguém, ou esquecem-se de nós ou, pior, usurpam o nosso lugar
é muitos ou’s, é; mas todos maus.
e fico-me assim.
gosto deste despejar sem nenhum sentido, sem obrigação sem rotina.
se pensarem que não nos importamos que nos pisem, que se esqueçam de nós, que podem vir sempre que quiserem, sabem o que acontece?
não vêem. nunca
se pensarem que estamos a ser muito giras e modernas porque deixamos o “pássaro voar”, sabem o que acontece?
o pássaro voa
e não volta
...mas näo me envergonho; porque eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que é poderoso para guardar o que lhe confiei até àquele dia.
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Tuesday, 10 November 2009
Tuesday, 21 April 2009
Sou copiona
Vejo as mudanças de ares na Once... e como está fresco e cheiroso o seu cantinho, como apela ao chá no terraço, como fica bem um livro lido com óculos escuros...
Tento, procuro e... destruo tudo.
É bem feita repete-me incessantemente o "blogger", muito bem feita, ó copiona!
Choro e repete-me que o melhor é voltares ao anterior.
E olha lá - em segredo - salvas-te (o blogger não sabe escrever muito bem, coitado! - o template que tinhas antes de te pores p'rái a alterares?
eu fiz o quê?!
actualizo a minha lista de blogues, vejo que perdi a "nuvem" de tags que me deu tanto trabalho, volto a ter um farol ou lá o que é no topo da casa.
Vejo que aminha lista de blogues é "eclética" - que por aqui é eufemismo de tudoaomolhoeféemdeus - e decido-me a parar.
Os dentes vermelhos e vorazes ameaçam aparecer mas repudio-os com veemência. Não me reduzo mas fico-me só por isto.
Olha lá ó blogger, toma lá disto para não estares a rir!
(Obrigada Drengo)
Tento, procuro e... destruo tudo.
É bem feita repete-me incessantemente o "blogger", muito bem feita, ó copiona!
Choro e repete-me que o melhor é voltares ao anterior.
E olha lá - em segredo - salvas-te (o blogger não sabe escrever muito bem, coitado! - o template que tinhas antes de te pores p'rái a alterares?
eu fiz o quê?!
actualizo a minha lista de blogues, vejo que perdi a "nuvem" de tags que me deu tanto trabalho, volto a ter um farol ou lá o que é no topo da casa.
Vejo que aminha lista de blogues é "eclética" - que por aqui é eufemismo de tudoaomolhoeféemdeus - e decido-me a parar.
Os dentes vermelhos e vorazes ameaçam aparecer mas repudio-os com veemência. Não me reduzo mas fico-me só por isto.
Olha lá ó blogger, toma lá disto para não estares a rir!
(Obrigada Drengo)
Tuesday, 27 January 2009
Sabemos que somos amadas...
... quando nos fazem sentir sexys mesmo depois de vestirmos o pijama dele!
eu sei! a foto não tem nada a ver. tentem fazer pesquisa por pijama no google... mesmo com moderate search... as coisas que aparecem! Escolho este porquinho da india. Segundo parece chama-se pijama! :)
Um bom dia para todos e uma boa semana
Wednesday, 26 November 2008
Whatdda?
(...) Acusações às quais Manuel Abrantes reagiu com tranquilidade
Apesar do chá fantástico que tomei...
lembrei-me agora do comentário de prestigiada amiga que dizia sobre este caso
A montanha ainda vai parir um rato...
(bem que tentei "googlar" a frase para ilustrar... mas os resultados foram escabrosos)
Apesar do chá fantástico que tomei...
lembrei-me agora do comentário de prestigiada amiga que dizia sobre este caso
A montanha ainda vai parir um rato...
(bem que tentei "googlar" a frase para ilustrar... mas os resultados foram escabrosos)
Thursday, 20 November 2008
Thursday, 6 November 2008
Whatdda?
Espero que vos calhe o "país" que me calhou... não sei se conhecem...
Azores (diz-vos alguma coisa?. A mim parece-se qualquer coisa com umas ilhas PORTUGUESAS, que pertecem à República Portuguesa - Açores... e não um país com bandeira e tudo... nã! Não pode ser... é evidente que todos sabem que Portugal é composto por... esqueçam... o jogo até estava a ser "giro")
Tuesday, 28 October 2008
Queria escrever sobre uma coisa...
... mas escrevo sobre outra.
Há coisas (muitas, muitas! Mais do que queria pensar) que não compreendo. Há coisas que não consigo compreender. Há coisas que não quero compreender.
Na primeira incluo Organização Judiciária. Estou a estudar. Ainda não compreendo. Mas hei de lá chegar. Ai podem ter a certeza!...
Na segunda incluo a avaliação da Linha do Tua. Parece que aquilo era uma lojinha de horrores feita metro de superfície. Com erros e faltas de manutenção com mais de 40 anos. Com elementos "facilmente detectáveis". E, ainda assim, parece que a conclusão é: Ninguém é responsável...
A terceira é mais pragmática. Não quero, logo, nunca vou compreender. Chamar-lhe-ei o elogio da burrice. Não sabem o que é? Recordam-se certamente dos conselhos da avó, do pai, da mãe, da mana mais velha, da Bíblia...
Os pequeninos ouvem.
Quando um burro fala o outro baixa as orelhas
Lesto a ouvir, tardio a falar
Até o burro quando se cala é tomado por sábio
(...)
e podia continuar...
Por mim, fico furiosa quando não sei uma coisa. Não estou a falar de assuntos como a Química Quântica, ou as teses geo-políticas, ou até ler um haiku na sua língua original...
(se bem que esta última seria bem divertida!)
... Mas de assuntos que era suposto (pelo menos pela minha bitola) eu saber ou ter, pelo menos, alguma noção.
Fico furiosa, aponto na agenda e procuro assim que me for possível. Entretanto calo-me.
Mas há, de facto, um sentimento de "elogio da estupidez" em que as pessoas se "vangloriam" (tenho mesmo que por aspas. É impensável que alguém o faça. Mas há, há - é um pouco como as bruxas...) de não saberem determinada coisa. Não têm a mínima noção do quão ridículos estão a ser... muitas vezes apenas quando um outro alguém (no caso concreto, um professor) sentencia - e, é claro, por esta altura para a turma toda - que não sabemos nada de Direito. que pensava que estava a falar com juristas, que coitadinhos de nós alunos "do Bolonha", etc, etc. No caso em apreço EU sabia do que o sr. falava. Eu e outros, asseguro-vos. Mas o barulho dos Elogiadores era maior. Vi que o que enfadou tremendamente o Professor foi o que me provoca esta escrita. Os sorrisos, as gargalhadas até, do "não sei, não quero saber e tenho..." e da resposta "claro que não está!" à afirmação acima.
Esta que Vos escreve calou-se. Desta vez não porque não soubesse, não porque não pudesse falar mas por um outro ditado bíblico, maternal, paternal, o que quiserem...
Se responderes a um tolo segundo a sua estulticia, és tão tolo como ele.
Um bom dia para todos!!!
Thursday, 2 October 2008
A força de uma palavra (ou de várias)
Uso este postal para, em primeiro lugar, agradecer o comentário da Luísa.
É verdade, Querida Luísa, que um “obrigado”, principalmente pela sua cada vez maior ausência, ajuda a minorar, pelo menos, os problemas que nos vão surgindo, de trânsito ou outros.
Mas existem outras palavras que, a meu ver, são tão ou mais importantes que um obrigado. Mais, sem recear exageros ou preciosismos, o tom com que se dizem será tão importante como a palavra em si.
Refiro-me aos “não se importa”, “se faz favor” e suas congéneres.
Fará o empregado, quando mandado, aquilo que lhe pedem? Por mim respondo que sim.
Na verdade, na verdade, este postal parece saído de um qualquer texto “La palissiano”, tão evidente e primário que é!
Na verdade, na verdade, nem me escandalizo com a ausência de respeito. Mas nunca, nunca me conformarei com a ela.
Porque acredito que a maneira certa de dizer a frase certa é verdadeira e presente; actual e necessária, ainda que escassa ou inexistente, principalmente nos pequenos poderes, escrevo este postal.
Escrever aqui é muitas vezes catártico. É um exercício de egoísmo puro, idêntico em muita coisa às conversas longas que tinha com as minhas bonecas quando as transformava na colega que me importunava ou num professor que era arrogante, até numa figura parental que me tinha posto de castigo.
Porque acredito que ainda que todos dissessem que o Sol é quadrado nem por isso o Belo Astro se renderia à maioria dos números, escrevo este postal.
Com egoísmo. Do puro.
Obrigada pela leitura e comentários desse lado.
Tenham um excelente dia!
É verdade, Querida Luísa, que um “obrigado”, principalmente pela sua cada vez maior ausência, ajuda a minorar, pelo menos, os problemas que nos vão surgindo, de trânsito ou outros.
Mas existem outras palavras que, a meu ver, são tão ou mais importantes que um obrigado. Mais, sem recear exageros ou preciosismos, o tom com que se dizem será tão importante como a palavra em si.
Refiro-me aos “não se importa”, “se faz favor” e suas congéneres.
Fará o empregado, quando mandado, aquilo que lhe pedem? Por mim respondo que sim.
Na verdade, na verdade, este postal parece saído de um qualquer texto “La palissiano”, tão evidente e primário que é!
Na verdade, na verdade, nem me escandalizo com a ausência de respeito. Mas nunca, nunca me conformarei com a ela.
Porque acredito que a maneira certa de dizer a frase certa é verdadeira e presente; actual e necessária, ainda que escassa ou inexistente, principalmente nos pequenos poderes, escrevo este postal.
Escrever aqui é muitas vezes catártico. É um exercício de egoísmo puro, idêntico em muita coisa às conversas longas que tinha com as minhas bonecas quando as transformava na colega que me importunava ou num professor que era arrogante, até numa figura parental que me tinha posto de castigo.
Porque acredito que ainda que todos dissessem que o Sol é quadrado nem por isso o Belo Astro se renderia à maioria dos números, escrevo este postal.
Com egoísmo. Do puro.
Obrigada pela leitura e comentários desse lado.
Tenham um excelente dia!
Friday, 26 September 2008
Jeróóóóóóóóónimo
Dizia-me alguém que conheço e por quem tenho apreço que a única coisa que escolhemos na vida é a amizade. E, mesmo estas, sempre a partir das oportunidades que a vida nos vai dando.
É inegável que não podemos ser amigos de quem não conhecemos. Provavelmente nunca seria amiga da S., para citar apenas um exemplo recente mas muito feliz, caso eu e ela
não tivéssemos decidido embarcar nesta aventura do “curso superior”. A distância que nos separa geograficamente não o deveria ter proporcionado sem ajuda da sorte (e não gosto nada desta afirmação mas não encontro melhor)!
Lembrei-me agora, fresca que estou do meu querido aniversário de ontem, que provavelmente também não encontraria aquele que já há tanto partilha a minha vida, não tivesse eu ido trabalhar, por acaso, também, para aquele café de praia que era, por acaso, o café que ele frequentava.
Assm sendo, e segundo o mesmo autor lá de cima, colegas são todos os que se nos deparam. Tornam-se amigos aqueles que queremos.
Pondo já de parte aquela verdade quase horrível de que passamos mais tempo com estas pessoas do que com aqueles que amamos, deveremos ter, digo eu, uma visão simplista e, acima de tudo, prática em relação à enormidade de tempo que passamos com estas pessoas, baseada no respeito, na cedência, na compreensão.
Como dizia a professora da CN, “somos diferentes? ainda bem! Aprenderemos com essas diferenças!”
E, por princípio, não sou inclinada a subscrever o sentimento de que as relações deverão ser mútuas. Explicando, o facto de um colega meu não agir da forma correcta nunca deverá ser desculpa para a incorrecção nos meus actos. Eu tabelo-me, ou tento, pela transparência (é verdade, chazinho, agora que penso nisso…), pela disciplina de acção, pela harmonia tácita.
Mas, deixai-me confessar, pareço ser incapaz de enfrentar, ou melhor, confrontar-me com maquiavelices, intrigas e má fé. E isso é erro meu. Sem ironia repito-o: o erro É meu.
Não tenho idade para cometer estas infantilidades nem para permitir que me enredem em tramas que acabam por me tornar vítima inocente… mas ainda assim, vítima.
I’ve should have known better.
Para quem me conhece, e porque me conhecem, digo-vos que não é este postal um discurso de auto-comiseração, nem tão pouco vitimização. Antes pelo contrário, ergo-me para o alto dos meus trinta-e-quatro-quase-trinta-e-cinco anos para me impor, “rise and shine” e acima de tudo, e perdoai-me, cover up my ass.
Precaver-me, com os neurónios que Deus me deu, e deixar de ser inocente, que pode ter sido uma faceta minha engraçada quando tinha “vintes” mas que é sinceramente palerma para a minha idade.
E agora, para terminar bem este grito de Jerónimo, a CN brindou-me ontem com uma frase tão singela mas tão reveladora do ambiente de felicidade que vai sentido por lados da Escola Nova.
Já é quinta-feira?
É inegável que não podemos ser amigos de quem não conhecemos. Provavelmente nunca seria amiga da S., para citar apenas um exemplo recente mas muito feliz, caso eu e ela
Lembrei-me agora, fresca que estou do meu querido aniversário de ontem, que provavelmente também não encontraria aquele que já há tanto partilha a minha vida, não tivesse eu ido trabalhar, por acaso, também, para aquele café de praia que era, por acaso, o café que ele frequentava.
Assm sendo, e segundo o mesmo autor lá de cima, colegas são todos os que se nos deparam. Tornam-se amigos aqueles que queremos.
Pondo já de parte aquela verdade quase horrível de que passamos mais tempo com estas pessoas do que com aqueles que amamos, deveremos ter, digo eu, uma visão simplista e, acima de tudo, prática em relação à enormidade de tempo que passamos com estas pessoas, baseada no respeito, na cedência, na compreensão.
Como dizia a professora da CN, “somos diferentes? ainda bem! Aprenderemos com essas diferenças!”
E, por princípio, não sou inclinada a subscrever o sentimento de que as relações deverão ser mútuas. Explicando, o facto de um colega meu não agir da forma correcta nunca deverá ser desculpa para a incorrecção nos meus actos. Eu tabelo-me, ou tento, pela transparência (é verdade, chazinho, agora que penso nisso…), pela disciplina de acção, pela harmonia tácita.
Mas, deixai-me confessar, pareço ser incapaz de enfrentar, ou melhor, confrontar-me com maquiavelices, intrigas e má fé. E isso é erro meu. Sem ironia repito-o: o erro É meu.
Não tenho idade para cometer estas infantilidades nem para permitir que me enredem em tramas que acabam por me tornar vítima inocente… mas ainda assim, vítima.
I’ve should have known better.
Para quem me conhece, e porque me conhecem, digo-vos que não é este postal um discurso de auto-comiseração, nem tão pouco vitimização. Antes pelo contrário, ergo-me para o alto dos meus trinta-e-quatro-quase-trinta-e-cinco anos para me impor, “rise and shine” e acima de tudo, e perdoai-me, cover up my ass.
Precaver-me, com os neurónios que Deus me deu, e deixar de ser inocente, que pode ter sido uma faceta minha engraçada quando tinha “vintes” mas que é sinceramente palerma para a minha idade.
E agora, para terminar bem este grito de Jerónimo, a CN brindou-me ontem com uma frase tão singela mas tão reveladora do ambiente de felicidade que vai sentido por lados da Escola Nova.
Já é quinta-feira?
ps:
Wednesday, 24 September 2008
Em português
Hoje, ao que parece, será a Primeira Vez que alguém discursará em português nas Nações Unidas.
Só isso deveria alegrar-me. Se bem que não concordo que a nossa pequenez (ou não) possa ser aferida da probabilidade de haver funcionários tradutores de português nas Nações Unidas (até porque, assim de repente, e tendo em conta uma suposta predisposição para o poliglotismo tuga, diria que já existem tradutores portugueses lá por essas bandas), quer-me parecer um marco importante, esta do PR insistir em discursar na língua nossa.
Mas pode ser que não. Pode apenas ser um brio que ele tenha, muito louvável, aliás, em não querer dar verdadeiros pontapés na língua de Shakespeare ou Napoloeão... coisas como "simpathetic conversation" ou outros acidentes linguísticos serão, no mínimo, alvo de chacota… já para não falar numa vertente que (eu) acho importantíssimo como o sotaque.
Just for fun,
Deixo aqui 2 acidentes linguísticos que presenciei:
Pessoa A – (blá, blá, blá) the local to change the actions…
Pessoa B - ??? Senhor A, que quer dizer?
Pessoa A – O local para fazer a troca das acções, dos títulos…
Pessoa B – (…) “The place to exchange the shares”??...
Pessoa A – Não, não e não. A Senhora B não está a perceber. Isto é inglês técnico.
(…)
Pessoa C (secretária, ao telefone) – Please, I want to speak with Mr. X.
(…)
Pessoa C – Ok. I connect you. (faz a ligação para o superior e passa o Mr. X. Depois para colega) Olha qu’esta! Acabaram de me corrigir!
Pessoa D (colega) – Porquê?
Pessoa C – O Mr. X… corrigiu-me. É “I want to speaking” que se diz!…
Só isso deveria alegrar-me. Se bem que não concordo que a nossa pequenez (ou não) possa ser aferida da probabilidade de haver funcionários tradutores de português nas Nações Unidas (até porque, assim de repente, e tendo em conta uma suposta predisposição para o poliglotismo tuga, diria que já existem tradutores portugueses lá por essas bandas), quer-me parecer um marco importante, esta do PR insistir em discursar na língua nossa.
Mas pode ser que não. Pode apenas ser um brio que ele tenha, muito louvável, aliás, em não querer dar verdadeiros pontapés na língua de Shakespeare ou Napoloeão... coisas como "simpathetic conversation" ou outros acidentes linguísticos serão, no mínimo, alvo de chacota… já para não falar numa vertente que (eu) acho importantíssimo como o sotaque.
Just for fun,
Deixo aqui 2 acidentes linguísticos que presenciei:
Pessoa A – (blá, blá, blá) the local to change the actions…
Pessoa B - ??? Senhor A, que quer dizer?
Pessoa A – O local para fazer a troca das acções, dos títulos…
Pessoa B – (…) “The place to exchange the shares”??...
Pessoa A – Não, não e não. A Senhora B não está a perceber. Isto é inglês técnico.
(…)
Pessoa C (secretária, ao telefone) – Please, I want to speak with Mr. X.
(…)
Pessoa C – Ok. I connect you. (faz a ligação para o superior e passa o Mr. X. Depois para colega) Olha qu’esta! Acabaram de me corrigir!
Pessoa D (colega) – Porquê?
Pessoa C – O Mr. X… corrigiu-me. É “I want to speaking” que se diz!…
Monday, 8 September 2008
And now... for something completly different!
O início da Liga. Relatos que me acompanham o passar a ferro. Outros que me enrosco no sofá e vibro… ou não.
O Benfica que vai andando pela hora da morte. Quantos são vocês? Taaantos? e ainda vão buscar quem? A, e tal, isso és tu que não percebes nada de futebol, e mais não sei quê! Não, não percebo nada de futebol. Mas o Reys também não!
O Rocha (olho para uma figura colada com fita cola no meu ecrã a quem sempre dei o nome dele. Rocha. Reminiscência pré-históricas de um campeonato ganho. “práí” em 25895412 ac… Mas naquela altura era ligeiramente mais magro. Ligeiramente… coisa pouca) voltou. um bocadito… hum… anafadito. Mas depois vem a público dizer que é casado com uma nutricionista (bem! é que já vou dormir descansada!) e diz que se emagrecer fica fraco. OH meu querido Rochita!!! Queres um bolito, quer? quer um leitãozito? a verdinha envia, quer?
O Sporting que ganha a Super Taça Cândido Oliveira. Huuuuuuurra! Já cá canta. Agora? Agora só “p´ro” ano!
O Carlos Queiroz que começou já a justificar as “dificuldades” do terreno duro, da humidade, do calor e mais isto e mais aquilo… e fruta? Dão-vos fruta, meus meninos? Pêras, maçãs… ficaremos em terceiro no nosso grupo. Para meu desgosto.
O grande Danny da Rússia. Brilhante. à Tuga. Vendido por 3M do Sporting. Vendido por 30M ao Zenit.
… e agora vou-me embora. Continuo amanhã
O Benfica que vai andando pela hora da morte. Quantos são vocês? Taaantos? e ainda vão buscar quem? A, e tal, isso és tu que não percebes nada de futebol, e mais não sei quê! Não, não percebo nada de futebol. Mas o Reys também não!
O Rocha (olho para uma figura colada com fita cola no meu ecrã a quem sempre dei o nome dele. Rocha. Reminiscência pré-históricas de um campeonato ganho. “práí” em 25895412 ac… Mas naquela altura era ligeiramente mais magro. Ligeiramente… coisa pouca) voltou. um bocadito… hum… anafadito. Mas depois vem a público dizer que é casado com uma nutricionista (bem! é que já vou dormir descansada!) e diz que se emagrecer fica fraco. OH meu querido Rochita!!! Queres um bolito, quer? quer um leitãozito? a verdinha envia, quer?
O Sporting que ganha a Super Taça Cândido Oliveira. Huuuuuuurra! Já cá canta. Agora? Agora só “p´ro” ano!
O Carlos Queiroz que começou já a justificar as “dificuldades” do terreno duro, da humidade, do calor e mais isto e mais aquilo… e fruta? Dão-vos fruta, meus meninos? Pêras, maçãs… ficaremos em terceiro no nosso grupo. Para meu desgosto.
O grande Danny da Rússia. Brilhante. à Tuga. Vendido por 3M do Sporting. Vendido por 30M ao Zenit.
… e agora vou-me embora. Continuo amanhã
Wednesday, 20 August 2008
Eles ganham tanto...
... ou eu é que ganho pouco?
O Zimbabwe tem uma inflação de 11M% (leia-se onze milhões por cento)
As hormonas femininas são sempre uma boa desculpa para qualquer "avaria" mental que tenhamos.
Quem ressona NÃO sabe o barulho que faz.
Não tenho mesmo nada para escrever.
Vou ali lamber sanitas
O Zimbabwe tem uma inflação de 11M% (leia-se onze milhões por cento)
As hormonas femininas são sempre uma boa desculpa para qualquer "avaria" mental que tenhamos.
Quem ressona NÃO sabe o barulho que faz.
Não tenho mesmo nada para escrever.
Vou ali lamber sanitas
Tuesday, 19 August 2008
Jogos Olímpicos ou a desdita de um (?) dia mau...
Sigo com a dedicação possível os Jogos Olímpicos (mais uma tradição recebida da casa paterna!).
Devo desde já dizer, no entanto, que me parecia que quando eram apenas 2 canais televisivos ficava com maior cobertura de todas as modalidades. Fiquei a conhecer desse modo modalidades e atletas, políticas e politiquices. Recordo Silvio Kroll, Sptiz entre outros.
A maratona vejo-a na íntegra.
Este ano fiquei sem ver (por incapacidade minha ou por má cobertura) modalidades que gosto particularmente como halterofilismo, luta greco-romana...
Agora os Tugas. Sem fazer qualquer juízo de valor sobre os resultados obtidos (sem deixar de lamentar um certo atleta que devia, no mínimo, reservar para si certas expressões como "as pernas pedem caminha") vejam aqui uma lista de todos os atletas que participam ou participaram nestes jogos.
O que me provoca este postal, e que lhe dá o título e mote, é a existência inexorável de "dias maus".
Quem não os tem?
A diferença de um campeão compõe-se de treino, muito treino, suplantar-se a si mesmo e sorte. Ah, pois é… sorte.
Se ainda considerasse possível correr 43 km algures nesta vida, nunca por nunca o faria no primeiro dia do período. Ai, não, não!!!
E aquela dor de cabeça que vem não se sabe de onde? E um pesadelo que dá? E uma dor que aparece do nada?
Não desculpabilizo nem condescendo serem os portugueses uns “coitaditos” ou coisa que o valha. Não, não e não. Mas essas coisas que dão (ou não Vos dão?) um ou outro dia podem também dar a estes “heróis” ou atletas ou, como são, de facto, Humanos.
Basta lembrarem-se daquela borbulha que aparece no DIA do casamento ou da cãibra no dia de uma audição.
Por mim, e apenas por mim, falo e recordo (não a borbulha no dia do casamento, mas o remoinho malvado que gastou uma lata de laca, o botão da camisa do F. que cai à última, mesmo, mesmo na escadaria da igreja…).
Trabalhei, já devo ter dito algures por aqui, durante 7 meses numa Revista à portuguesa como bailarina. Ensaios à parte, foram cerca de 6 meses a fazer a mesma coisa todos os dias, Sábado e Domingo 2 sessões, descanso à Segunda. Fazei as contas.
Dias fantásticos e dias péssimos. Não éramos nem jogadores milionários nem tínhamos uma nação a seguir-nos mas garanto-vos a total dedicação. Os erros, os azares, os brilhantismos aparecem.
Parece que a diferença estará no imediatismo destas competições!...
Meses e anos de treino resumidos a 3 saltos, 1 corrida…
Como disse lá em cima não serve de desculpa. Os VERDADEIROS campeões definem-se assim. Meses e anos de treino e preparação e UM dia bom.
UM dia bom.
Já agora… UM desses para todos!
Devo desde já dizer, no entanto, que me parecia que quando eram apenas 2 canais televisivos ficava com maior cobertura de todas as modalidades. Fiquei a conhecer desse modo modalidades e atletas, políticas e politiquices. Recordo Silvio Kroll, Sptiz entre outros.
A maratona vejo-a na íntegra.
Este ano fiquei sem ver (por incapacidade minha ou por má cobertura) modalidades que gosto particularmente como halterofilismo, luta greco-romana...
Agora os Tugas. Sem fazer qualquer juízo de valor sobre os resultados obtidos (sem deixar de lamentar um certo atleta que devia, no mínimo, reservar para si certas expressões como "as pernas pedem caminha") vejam aqui uma lista de todos os atletas que participam ou participaram nestes jogos.
O que me provoca este postal, e que lhe dá o título e mote, é a existência inexorável de "dias maus".
Quem não os tem?
A diferença de um campeão compõe-se de treino, muito treino, suplantar-se a si mesmo e sorte. Ah, pois é… sorte.
Se ainda considerasse possível correr 43 km algures nesta vida, nunca por nunca o faria no primeiro dia do período. Ai, não, não!!!
E aquela dor de cabeça que vem não se sabe de onde? E um pesadelo que dá? E uma dor que aparece do nada?
Não desculpabilizo nem condescendo serem os portugueses uns “coitaditos” ou coisa que o valha. Não, não e não. Mas essas coisas que dão (ou não Vos dão?) um ou outro dia podem também dar a estes “heróis” ou atletas ou, como são, de facto, Humanos.
Basta lembrarem-se daquela borbulha que aparece no DIA do casamento ou da cãibra no dia de uma audição.
Por mim, e apenas por mim, falo e recordo (não a borbulha no dia do casamento, mas o remoinho malvado que gastou uma lata de laca, o botão da camisa do F. que cai à última, mesmo, mesmo na escadaria da igreja…).
Trabalhei, já devo ter dito algures por aqui, durante 7 meses numa Revista à portuguesa como bailarina. Ensaios à parte, foram cerca de 6 meses a fazer a mesma coisa todos os dias, Sábado e Domingo 2 sessões, descanso à Segunda. Fazei as contas.
Dias fantásticos e dias péssimos. Não éramos nem jogadores milionários nem tínhamos uma nação a seguir-nos mas garanto-vos a total dedicação. Os erros, os azares, os brilhantismos aparecem.
Parece que a diferença estará no imediatismo destas competições!...
Meses e anos de treino resumidos a 3 saltos, 1 corrida…
Como disse lá em cima não serve de desculpa. Os VERDADEIROS campeões definem-se assim. Meses e anos de treino e preparação e UM dia bom.
UM dia bom.
Já agora… UM desses para todos!
Friday, 6 June 2008
Nonsense (versão "Deixa-te de coisas e tira as luvas!")
Porvébio do Euro 2008
"Candeia que alumia duas vezes...
Alumia mais"
Ricardo, Guarda-Redes da Selecção Putugueza
nota:
os erros são porpusitados...!
"tenhem" um excelente Fim de Semana...
Eu vou estudar Direito Civil... na praia...
"Candeia que alumia duas vezes...
Alumia mais"
Ricardo, Guarda-Redes da Selecção Putugueza
nota:
os erros são porpusitados...!
"tenhem" um excelente Fim de Semana...
Eu vou estudar Direito Civil... na praia...
Wednesday, 4 June 2008
Já extou desdentada...
Deu-me o formigueiro.
Penthei para mim: max até nem te dói. Feio, por feio... fica athim.
Mas porque não thou de recuar perante o inevitável... lá fui.
Canino inclutho na horizontal (what?) a incomodar tremendamente doix dentex thaudáveix.
- Olhe, menina - dithe a thimpática recepcionixta na consulta anterior - isto não é muito fácil. Tire o dia. É melhor...
Confetho que ithto foi o que me athustou mais. O fantáááááááááááxtico médico falou comigo thobre a interventhão como se fothe um procetho thimples. Max parethe que não era...
Cumprimentox trocadox - "está preparada?" Não, gritei eu... max com a boca fechada. Thim, claro dithe alto them tremor na vox (ox anox de teatro therviram para alguma coisa!!!).
Thentar e tal, preparativox, anextezia e puf! 105 minutox depoix estava pronta. Pontox? perdi-lhex a conta aox thethenta. Anextezias? thinco ou theis, thei lá eu!!
Miminhos, muito cheiro a pedra queimada que o "#&%$# do canino teve que ther destruído. Que retenho eu?
- Passe-me aí a alavanca.
- A broca n.º 5
- Aspire aqui. Isso
- A agulha beta, por favor
- Aspire, aspire
- A espátula, por favor
- Aspire, menina, aspire
- passe-me o benazidolicapimonina
- Aspire
- aspire
- aspire
- Alavanca
- Esta?
- A maior
- A serra
Fui ao dentixta.... ou o Thenhor exteve a enthinar a menia a limpar a catha enquanto fathia pequenax reparathões???
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Repararam, não foi?
Não. Não aderi ao novo acordo ortográfico. Extou um bocadinho thopinha de mathas e "pó" fanhosa!!
Penthei para mim: max até nem te dói. Feio, por feio... fica athim.
Mas porque não thou de recuar perante o inevitável... lá fui.
Canino inclutho na horizontal (what?) a incomodar tremendamente doix dentex thaudáveix.
- Olhe, menina - dithe a thimpática recepcionixta na consulta anterior - isto não é muito fácil. Tire o dia. É melhor...
Confetho que ithto foi o que me athustou mais. O fantáááááááááááxtico médico falou comigo thobre a interventhão como se fothe um procetho thimples. Max parethe que não era...
Cumprimentox trocadox - "está preparada?" Não, gritei eu... max com a boca fechada. Thim, claro dithe alto them tremor na vox (ox anox de teatro therviram para alguma coisa!!!).
Thentar e tal, preparativox, anextezia e puf! 105 minutox depoix estava pronta. Pontox? perdi-lhex a conta aox thethenta. Anextezias? thinco ou theis, thei lá eu!!
Miminhos, muito cheiro a pedra queimada que o "#&%$# do canino teve que ther destruído. Que retenho eu?
- Passe-me aí a alavanca.
- A broca n.º 5
- Aspire aqui. Isso
- A agulha beta, por favor
- Aspire, aspire
- A espátula, por favor
- Aspire, menina, aspire
- passe-me o benazidolicapimonina
- Aspire
- aspire
- aspire
- Alavanca
- Esta?
- A maior
- A serra
Fui ao dentixta.... ou o Thenhor exteve a enthinar a menia a limpar a catha enquanto fathia pequenax reparathões???
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Repararam, não foi?
Não. Não aderi ao novo acordo ortográfico. Extou um bocadinho thopinha de mathas e "pó" fanhosa!!
Thursday, 29 May 2008
What??????????????????????????????
Sem palavras....
http://technology.timesonline.co.uk/tol/news/tech_and_web/article3978345.ece
"The Portuguese parliament voted last week to change its national language to reflect the more popular Brazilian Portuguese (...)"
http://technology.timesonline.co.uk/tol/news/tech_and_web/article3978345.ece
"The Portuguese parliament voted last week to change its national language to reflect the more popular Brazilian Portuguese (...)"
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